Eu e a Sofia passámos este fim-de-semana em busca de uma ruralidade impenetrável. Nos arredores de Amarante. No meio das árvores, da água, da lama. No mais leve de nós. À noite, dormimos encasulados pelo silêncio da chuva e do vento, dos pequeníssimos bichos abanando folhagens. Todas aquelas coisas naturais exigem, ou um espírito muito científico ou um espírito bastante ignorante. Nós fomos ver se a nossa ignorância era o bastante. Não foi. Mas sempre aprendemos a aproximarmo-nos dela um pouco mais.
Fio condutor