Não se admire quem encontrar frases idênticas às presentes neste fio condutor noutros textos. Venho aqui roubar-me. Mas sempre que o faço sinto o dedo agreste da ético-estética tocar-me no ombro. Não diria ser uma sensação de plágio ou qualquer coisa nesse sentido. Tem mais a ver com a honestidade da obra, com a sua integridade: a escrita não deve assemelhar-se a uma colagem, fusão de partes que já pré-existem inteiras e acabadas. O desafio está em tornar vários inteiros num inteiro.