Talvez, nós, os leitores, achemos que deciframos os sinais de fumo e os gestos obscuros que o escritor produz para nossa decifração. Ou talvez o escritor persiga os sinais e os gestos que se produzem na desordem final do mundo, e haja quem goste.

Noite límpida. Tudo por dentro. Nada por fora.